segunda-feira, 17 de novembro de 2008
COISAS DA VIDA
Mando o poema-música do "pássaro que fui" para Eduardo Chaffe, de Pelotas, amigo da Clarissa. Ainda não o conheço, só nos falamos por e-mail. Ele é antiquário. Fiquei curioso para ver as coisas que ele tem em sua loja. Eduardo me disse que voltou a cantar, por isso lhe enviei o poema-música, que está em minha peça de teatro, chamada "Eu sou o Senhor do Tempo". O poema marca o momento da morte-suicídio do Senhor do Tempo, logo no início da peça. O personagem dá um tiro na têmpora, depois ele "vira tigre" (o ator faz um movimento como se ele estivesse atacando uma câmera de filmar, e vai se metamorfoseando), por fim vira pássaro quando amanhece. A música diz: "O pássaro que fui / canta em bem-te-vi". E o personagem renasce pássaro. Falo aqui coisas e coisas que nem sei. O bem-te-vi é o pássaro cujo canto mais me impressiona, desde criança ouvia seu canto, no Paraná, no sítio de meus avós maternos. Escrevi alguns outros poemas pros pássaros. Acho que nutro por eles uma inveja por ter nascido um ser humano amarrado a um corpo. Por fim, são estas as minhas coisas da vida. Ah, ia me esquecendo. Enfim, dentro de algumas semanas, deixarei de ser inédito. Agora só falta aprovar a capa de dois livros meus, o "Lírica impura III" e o "Diário de um P.M.D.", e esperar que eles sejam impressos. Eles sairão pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores, do Rio de Janeiro. E já estou pensando em publicar outros livros, logo em seguida, para aproveitar a onda. Tenho dito.
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Um comentário:
Parabens pelo inédito de ser publishado, vivo! abraço!
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