Vivo duarte azulzin, gente de outro planeta,meio fênix, primeiro morto depois vivo e depois ainda renascido e depois de refeito, renovado, e depois ainda transmutado, e segue ainda em seu devir pássaro entornando poesia, tal como ouvi dizer, lá pela década de 70, de Madame Blavatsky que fumava charuto para não levitar.
O pássaro que fui O pássaro que fui canta em bem-te-vi Ai, bem-te-vi, ai ai. O canto que ouvi O canto que ouvi rubro longe daqui Ai, bem-te-vi, ai ai. O canto que eu vi O canto que eu vi Triste alegre nada ali. Ai, bem-te-vi, ai ai.
Fiz bacharelado em Letras, na Unicamp (1988 – 1991), mestrado em Teoria Literária (1992 – 1996) na mesma universidade, com a dissertação “Clarice Lispector: máscara nua”, sob orientação da profa. Dra. Suzi Frankl Sperber, e doutorado em Teoria Literária na Universidade Federal de Santa Catarina (2002 – 2006), com a tese “Hilda Hilst: economias estéticas, sob orientação do prof. Dr. Alckmar Luiz dos Santos.
A tualmente faço pós-doutorado na Unicamp, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, departamento de História, com trabalho intitulado “O alto e o baixo na prosa de Hilda Hilst”, sob supervisão do Prof. Dr. Jorge Coli.
Organizei o acervo documental da escritora Hilda Hilst, que foi negociado em duas partes com o Centro de Documentação Cultural “Alexandre Eulálio”, Instituto de Estudos da Linguagem, Unicamp, em 1995 e em 2002.
2 comentários:
Gato!
Vivo duarte azulzin, gente de outro planeta,meio fênix, primeiro morto depois vivo e depois ainda renascido e depois de refeito, renovado, e depois ainda transmutado, e segue ainda em seu devir pássaro entornando poesia, tal como ouvi dizer, lá pela década de 70, de Madame Blavatsky que fumava charuto para não levitar.
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